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JESSICA SIMPSON 100% NATURAL
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Setembro 2010
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NO MAKEUP, NO RETOUCH: JESSICA SIMPSON 100% NATURAL NA “MARIE CLAIRE” FRANÇA
Jessica Simpson continua a sua campanha pessoal para a beleza real, indo bare-faced para um ensaio fotográfico para a Marie Claire - sim, mesmo na capa. E, mais corajoso ainda, ela vai retocar livre.
Isso parece provar, mais do que qualquer outra coisa, que Jessica Simpson é uma linda moça. Indo bare-faced e retocar livre nas capas de revistas nacionais não é para ser tentado por a maioria de nós, meros mortais. (A foto dela com o cadarço, em particular, é impressionante, se você me perguntar.)
Também prova que ela sabe como promover seu show para a VH1, o preço da beleza, e como continuar a fazer limonada do peso prolongada público "controvérsia" que ela sofreu com o ano passado. "Eu não tenho nada a provar mais", disse ela à revista. "O que os outros pensam de mim não é problema meu." Palavras muito bom para viver, realmente. Deve ser dito: Por todos os seus pontos fracos, ela é uma inteligente - biscoito - e simpático.
Texto do GoogleTranslator, clique aqui para ver o original.
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MARCA DE MODA PRAIA INOVA EM CAMPANHA SEM USO DE PHOTOSHOP
A Lua Morena, marca paranaense de moda praia, acaba de inovar com um projeto idealizado pela agência CéuMktModa através de uma campanha sem o uso de programas de tratamento de imagem, para mostrar a beleza feminina de forma natural, sem retoques.
As fotos da coleção de verão 2011 foram feitas com a top Michella Cruz no deserto do Jalapão, Tocantins, onde as dunas cor de laranja serviram de cenário para biquínis, maiôs e saídas de praia inspiradas neste local turístico.
Com o slogan "Absolutamente Natural", a marca decidiu entrar para um movimento que está ganhando força no exterior; divulgar a beleza natural das mulheres sem utilizar a tecnologia de softwares para retirar marcas ou quaisquer outros detalhes dados como “imperfeições” pela mídia, assim, todos os anúncios da campanha ganharam um selo chamado Sem Retoque (www.semretoque.com.br), que atesta a integridade da imagem.
O resultado da campanha foram fotos que reúnem a perfeição natural da mulher brasileira às cores e belas paisagens de um lugar pouco explorado em nosso país. Para conhecer mais sobre a marca acesse www.luamorena.com.br
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RAICA E OUTRAS MODELOS SEM RETOQUE.
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Junho 2010
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FOTÓGRAFO ALEMÃO LANÇA UM MOVIMENTO CONTRA OS EXCESSOS DE MANIPULAÇÃO DE IMAGENS E EM DEFESA DAS MULHERES REAIS. NÓS ADERIMOS, FELIZES.
Elas não têm olheiras, rugas ou marcas de expressão. Gordurinhas, flacidez e celulite não aparecem em seu corpo escultural. São perfeitas em qualquer idade. Tão perfeitas que... só existem nas revistas de moda e nos anúncios publicitários. Quem diz isso não é somente o público feminino, invejoso e cansado desses modelos de beleza inatingíveis. Os próprios profissionais da moda e da beleza, que nos últimos anos abusaram dos softwares de manipulação de imagem para criar supermulheres, reconhecem que cometeram excessos. Agora defendem a volta da beleza natural ou intervenções discretas que não deixem as modelos parecidas com criaturas sintéticas, verdadeiros “objetos de marte”, como as descreveu o fotógrafo alemão Peter Lindbergh.
Um dos mais respeitados profissionais de moda do mundo, Lindbergh está à frente de um movimento internacional contra o abuso no uso de maquiagem e Photoshop. “A alteração das imagens teve um peso muito grande na forma como definimos visualmente as mulheres”, disse ele em entrevista ao jornal americano New York Times. “Retoques excessivos não devem representar a mulher neste século.” Lindbergh fez em maio uma série de capas para a revista Elle francesa, retratando mulheres sem maquiagem ou retoques digitais. Entre elas estavam as atrizes Monica Bellucci, Sophie Marceau e a modelo tcheca Eva Herzigova. Outras publicações aderiram à ideia. A edição das “Cem pessoas mais bonitas” da revista People incluiu imagens de 11 mulheres famosas usando “nada mais que hidratante”. Entre elas, a estonteante Eva Mendez. A revista americana de celebridades Life & Style também alardeou que sua capa de maio, que mostrava a atriz Kim Kardashian de biquíni, estava “100% sem retoques”. A precursora da onda foi a top Kate Moss, que apareceu em março num ensaio da revista americana New York com o corpo real de uma mulher de 35 anos: bonito e bem cuidado, mas perfeitamente normal, sem plásticas de Photoshop.
No Brasil, o movimento pela beleza real também começa a ganhar espaço. O fotógrafo José Fujocka, um dos especialistas em tratamento de imagem mais requisitados por publicações de moda, já sentiu a tendência. “Tanto revistas quanto fotógrafos estão me orientando cada vez mais a retocar o mínimo possível”, afirma. “Isso não significa que vamos abandonar o Photoshop, apenas usá-lo com moderação.” E não é só no universo das revistas que se observa esse esgotamento da beleza digital.
Em abril, modelos e atrizes brasileiras posaram sem maquiagem para a exposição Mulheres de verdade, exibida no Rio de Janeiro com curadoria de Marco Antônio Ferraz, editor de moda da revista americana Vanity Fair. “O Photoshop é um ótimo recurso para corrigir uma olheira ou uma espinha, não para mudar o rosto e o corpo das pessoas”, diz ele. Compartilham sua opinião as modelos Isabeli Fontana, Raquel Zimmermann, Raica Oliveira, Luiza Brunet e Marcelle Bittar, que estão entre as mulheres mais belas do mundo. Cansadas de não se reconhecer nas fotos, elas concordaram em posar para as páginas de ÉPOCA de cara lavada e sem retoques, exatamente como são: imperfeitas e lindas, absolutamente lindas.
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RAICA OLIVEIRA - 25 anos
Foi a primeira vez que a modelo fluminense fotografou de cara totalmente lavada, mas sentiu-se confortável durante o ensaio. "Quem é bonito é bonito sem maquiagem. A pessoa acorda sem precisar de retoque", diz a moça modesta. Ela elogiou as fotos da atriz Monica Bellucci na Elle francesa e defendeu o fim dos exageros nos retoques. "Existem fotos tão modificadas que a modelo fica parecendo um robô, uma Barbie", diz Raica. "É a tal da beleza perfeita, irreal, que cria problemas para quem quer ficar igual à que está na revista. Elas buscam a perfeição que não existe." Várias vezes ela mesma não se reconheceu nas fotos. "Uma vez colocaram maquiagem demais." Ela se importa? "Não muito. É trabalho."
"Quem me vê pessoalmente acha que
eu pareço mais nova do que nas fotos"
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LUIZA BRUNET - 47 anos
A modelo diz que tanto o Photoshop como a plástica deveriam ser usados com moderação, para deixar as pessoas melhores, não para "fabricar” beleza. “Na minha geração, não tinha essa manipulação das fotos. As pessoas eram o que eram, mostravam sua beleza natural. Fiquei impressionada quando percebi que agora fazem tantos retoques. É um exagero, perde-se a personalidade, fica todo mundo parecido", diz a sul-mato-grossense, muito bem resolvida com sua aparência. "Tenho 47 anos, tenho consciência disso e não preciso aparentar ser mais nova. Não tenho problema nenhum com meu corpo. Envelhecer é irreversível, e toda idade tem sua beleza. Sempre peço para não me deixarem com o corpo de uma menina de 20 anos."
"Tenho 47, sempre peço para não ficar
com o corpo de uma menina de 20 anos"
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MARCELLE BITTAR - 27 anos
A modelo paranaense acha que programas de manipulação de imagem como o Photoshop servem para facilitar o trabalho das modelos, não para mudar quem elas são. "Antigamente, uma sessão de fotos demorava mais, por que precisava refazer a foto se alguma coisa estivesse errada. Hoje, é tudo no computador", diz ela. Marcelle conta que também se usam recursos digitais em lugar da maquiagem. "Hoje, estão exagerando, criando imagens que não existem. Tudo nas fotos fica 'mais': olho mais verde, cabelo mais brilhante. Estão criando imagens que não existem." Ela diz que adora a beleza natural. "Em geral, acho as meninas com quem trabalho bem mais bonitas quando saímos para jantar do que nos desfiles ou nas sessões de fotos."
"Acho as modelos mais bonitas quando
saímos para jantar sem maquiagem"
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ISABELI FONTANA - 25 anos
"Não tenho problemas em fotografar de rosto limpo e sabendo que não vão fazer nenhum retoque. Mas prefiro que deem uma apagadinha em manchas ou alguma espinha", diz a top paranaense. Ela acha que o uso dos softwares de manipulação de imagem se tornou exagerado. "Estão mexendo demais, deixando com cara de boneca de porcelana. A mulher não se sente confortável vendo essas imagens. Aquilo é inatingível", afirma. Ela diz que não se reconhece em várias fotos e que prefere uma beleza natural a uma coisa forçada. "Me deixam mais sarada e sei que não tenho aquele pernão, por exemplo. Também me deixam sem linhas de expressão e aumentam a boca."
"Estão mexendo demais, deixando com cara de boneca de porcelana"
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RAQUEL ZIMMERMANN - 26 anos
A top número um do mundo diz que se sente totalmente confortável em fotografar ao natural. "Tenho trabalhado bastante com o Jurgen Teller (fotógrafo alemão). Não tem produção, não tem retoque, até porque ele não faz fotografia digital, só filme. Fizemos juntos a capa da revista inglesa I-D de junho, na qual estou de cara limpa", diz. A modelo não gosta dos retoques em excesso. "Uma vez fiz uma campanha que, quando a vi pronta, pensei que tivessem colocado outra em meu lugar. Deixaram meu rosto totalmente diferente." A gaúcha acredita que as pessoas devem aprender a conviver com suas imperfeições. Ela mesma tem uma cicatriz embaixo do olho direito, mas nunca pensou em retirá-la. "Isso sou eu, é parte de mim, da minha história."
"Ninguém é mais bonito quando parece de plástico"
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PHOTOSHOP: USE COM MODERAÇÃO
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Abril 2010
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NOVA VERSÃO DO PROGRAMA CHEGA ÀS LOJAS NESTE MÊS AO MESMO TEMPO EM QUE GANHA REPERCUSSÃO O DEBATE EM TORNO DE SUAS PROPRIEDADES MÁGICAS
Por Jonas Furtado
Afina o nariz, diminui o olho, engrossa os lábios. Aumenta os seios, ajeita o abdômen, modela as pernas. Bronzeia a pele, tira as rugas, ilumina os cabelos, alisa a pele. Mais reverenciado e polêmico software de tratamento de imagens, o Photoshop completa duas décadas em 2010 conferindo a corpinhos de 60 anos a idade que seus usuários bem entenderem.
A nova versão do programa, o CS5, lançada mundialmente na semana passada, chega às lojas neste mês ao mesmo tempo em que ganha repercussão o debate em torno de suas propriedades mágicas: haveria um limite para o uso do Photoshop? Para alguns parlamentares de países como a França, a Inglaterra e o Brasil, a resposta é sim.
No final de março, o deputado Wladimir Costa (PMDB-PA) apresentou à Câmara dos Deputados um Projeto de Lei que prevê a inserção de alertas em imagens de peças publicitárias ou reportagens publicadas em veículos de comunicação nas quais a aparência física dos protagonistas tenha sido manipulada por meio de programas de tratamento de imagem. Entre as justificativas dadas pelo autor, tais produções reforçariam padrões de beleza irreais.
Com previsão de multas entre R$ 1,5 mil e R$ 50 mil para quem descumprir a norma, o PL no 6.853/10 está em processo de análise e sugestão de emendas pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI). Caso seja aprovado, imagens de pessoas alteradas pelo Photoshop deverão vir acompanhadas da mensagem: "Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada".
Tanto o PL quanto a sua motivação e a sugestão para o aviso de alerta estão longe de serem originais: trata-se de versões da proposta apresentada por políticos franceses em setembro do ano passado, com o objetivo de combater o estereótipo de que todas as mulheres têm a aparência de jovens em boa forma - o que colaboraria para um mal-estar físico, psicológico e social.
Em movimento similar, no mês seguinte o Partido Liberal do Reino Unido defendeu a proibição de uso de qualquer recurso de manipulação de imagem em campanhas publicitárias dirigidas a menores de 16 anos, faixa etária mais exposta às pressões sociais por silhuetas perfeitas.
Beleza irreal
Enquanto a temperatura do debate sobe na esfera política, revistas europeias dedicadas ao público feminino reforçam a tendência. Em abril de 2009, a Elle francesa publicou fotos de modelos sem maquiagem. Em outubro do mesmo ano, a alemã Brigitte decidiu que, a partir de 2010, só estamparia "mulheres reais" em suas páginas editoriais.
"Há um movimento mundial, na publicidade e na moda, de voltar-se para as pessoas, digamos, mais normais. Exageram tanto na manipulação de imagens que mostrar o real virou uma proposta ousada, um diferencial", afirma o photodesigner e diretor de produção José Fujocka, usuário do programa há 15 anos. Fujocka foi um dos palestrantes da Photoshop Conference, realizada entre 12 e 14 de abril, em São Paulo. Em sua sétima edição, o evento reuniu aproximadamente 600 profissionais da área - o triplo de participantes presentes na primeira, segundo o organizador Alexandre Keese.
Campanhas publicitárias recentes também movimentaram o debate. Na semana passada, o tabloide britânico Daily Mail mostrou fotos de Britney Spears usadas em ações da grife Candies antes de as imagens serem alteradas digitalmente. Autorizada pela pop star, a revelação confirmou que retoques foram feitos para afinar as coxas, a cintura e o bumbum da cantora; manchas na pele, celulites e até uma tatuagem foram removidas. Já no Brasil, anúncios da Bozzano estrelados pelo jogador Ronaldo chamaram a atenção pelo excesso de manipulação no rosto do craque.
Para o diretor de arte da AlmapBBDO, Marcos Medeiros, o Photoshop não deve ser usado para transformar as pessoas. "A indústria de cosméticos usa e abusa da manipulação de imagens, na tentativa de alcançar uma beleza que é irreal. O Photoshop tem de ser usado a favor da ideia. Não deve ser o propósito, mas sim o meio", opina.
Medeiros é um dos responsáveis pela primeira campanha publicitária da revista Billboard. Feitas com o auxílio do Photoshop, as peças são baseadas em retratos de estrelas pop contemporâneas construídos a partir de pequenas imagens de artistas influentes de décadas passadas. O rosto da cantora Amy Winehouse, por exemplo, é resultado da composição de ícones minúsculos de Marvin Gaye, Sarah Vaughan e Sid Vicious, entre outros. "Neste caso, usamos (o programa) como uma ferramenta de construção e viabilização. A ideia tem que prevalecer sobre a técnica."
O fotógrafo Maurício Nahas também defende o uso do Photoshop, desde que com moderação e bom senso. "O programa não faz nada sozinho, tem sempre alguém no comando. O que não pode é tirar as características da pessoa. Às vezes uma ruga, uma imperfeição, é boa para o contexto da imagem", avalia. "Pegar a cabeça de uma pessoa e colocar no corpo de outra não faz sentido. Nos meus trabalhos, o principal é que os retoques e o uso do Photoshop não apareçam."
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PETER LINDBERGH
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Janeiro 2009
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CONTATO

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